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segunda-feira, março 14, 2022

Pré-candidato ao governo de SP, Tarcísio de Freitas busca seu vice entre médicos e policiais militares

Entre os nomes estão o coronel da reserva da PM e atual diretor-presidente da Ceagesp, Ricardo Mello Araújo, e o deputado estadual Frederico D’Ávila.


O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, iniciou nos últimos dias a busca por um vice para a sua pré-candidatura ao governo do Estado de São Paulo. Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro já sondou cinco nomes entre médicos e policiais militares para compor a sua chapa. Entre eles, o coronel da reserva da Polícia Militar de São Paulo e atual diretor-presidente da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), Ricardo Mello Araújo, apoiador declarado do chefe do Executivo. Outro nome cortejado do Tarcísio é da também coronel da PM Helena Reis, que já atuou como secretária chefe da Casa Militar do governo paulista e e coordenadora da Defesa Civil. Na área da saúde, o pré-candidato conversou com o presidente do Hospital do Amor, antigo Hospital de Câncer de Barretos, Henrique Prata, e com diretor superintendente do Hospital do Rim, José Osmar Medina.

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Por último, o único nome político da lista: o deputado estadual, Frederico D’Ávila (PL). O parlamentar, no entanto, está no centro de uma polêmica que pode inviabilizar a chapa: ele pode ser suspenso por três meses pelo Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) por ter usado xingamentos como “vagabundo” e “safado” para se referir ao arcebispo de Aparecida e ao Papa Francisco. Mesmo assim, o deputado ainda é um dos quadros mais próximos a Tarcísio no Estado. Segundo um interlocutor do ministro relatou à Jovem Pan, não há nenhuma definição até o momento. “Ele conversou com todos e todas as opções agradam o Tarcísio”, resumiu. Mas, antes de escolher quem ocupará o cargo de vice-governador, Tarcísio de Freitas terá que definir para qual partido irá. O caminho mais natural é que ele siga Bolsonaro e se filie ao Partido Liberal (PL), mas o martelo não foi batido ainda. “O mais natural é que seja o PL por causa do presidente, mas ainda indefinido . Está sendo conversado”, acrescentou a fonte à reportagem.